
E um dia a Rosa falou comigo. O orgulho não a deixava amar o Rosmaninho. O orgulho impedia-a de disfrutar da sua efémera vida. Dizia ela que era o orgulho, mas eu acho que era medo. Medo da rejeição... Aquela Rosa do meu jardim vivia infeliz, tão infeliz que de manhã não era orvalho que eu encontrava nas suas pétalas mas lágrimas de sofrimento por amor. Então eu reparei naquele olhar irónico e perguntei a esse sujeito quem era. Ele respondeu que era apenas um estorvo em forma de pedra feita de infinitas particulas de cristal... Eu pensei... estorvo? Porquê estorvo? Se és cristal porque não brilhas? Então lembrei-me da Rosa. Tão bela e formosa mas de vida efémera... Este pequeno calhau estaria disposto a ama-la? Mas ela amava o Rosmaninho... Não... ela tinha medo de amar. E o medo é o maior inimigo do amor por isso seria melhor nao arriscar. O principe incandescente e o perfume radioso teriam que perceber que às vezes são precisos pequenos sinais para a sua Rosa ganhar coragem. Coragem para amar...

1 comentário:
Helloooooo! =)
MAMALHUDA! lol.....
*______* bunito ess texto... será k noto aí 1 n-sei-kê d autobiográfico? ;)
s m ocorrer 1 boa sugestão pra rosa, prometo k digo........^^
cya*********
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