13 fevereiro, 2006

Desprovida de sentimentos

Certo momento pensei na vida que levava,

Nunca esquecerei como foi esse dia,

Escuro, sombrio, palpitante e frio...

Meu coração já não aguentava...

Desprovida de sentimentos eu me sentia...


Aguentei firme para ninguém reparar

Não queria ser alvo de conversa

Não quero ouvir ninguém falar

O meu pensamento só a mim interessa.

Desprovida de sentimentos... Sem amar...


Pensei em ti, em ti e em ti...

No amigo, no ilusório e na paixão;

Acho que, por momentos, até ri

Com tamanha subtileza e razão

Desprovida de sentimentos... Vivia em ilusão...



Continuo a pensar nesta minha vida...

Não sei se mude se continue em frente.

Às vezes sinto a força de uma ira

Que me controla a alma e me dá uma força que não de gente

Desprovida de sentimentos... Estupidamente...

10 fevereiro, 2006

Reflexao de uma crítica

Dei por mim a mentir a mim própria.
Como foi que descobri? É fácil. Disseram-me que uma pessoa não se esquece facilmente de outra e, quando isso acontece, é porque nao teve significado nenhum na nossa vida ou porque essa pessoa nos desiludiu muito. Recentemente estive apaixonada (e estou, pronto, admito! Mas estou em vias de acabar com esta praga a que chamaram de paixão). Apercebi-me que nao era correspondida, aproveitei uma história que me contaram acerca dessa ilustre figura e pus na minha linda cabeçorra amarela que tinha mesmo que o esquecer. Passado um dia... comecei a dizer que já não estava apaixonada. Realmente... É estranho...
Eu sei que é mentira e faço-o conscientemente. Será que estou mesmo consciente?
As mentiras que contamos a nós próprios serão benéficas? Dizem que nenhuma mentira é benéfica mas analisemos o meu caso...
Digo a mim mesma que nao estou apaixonada por um certo rapazinho (cujo nome não vem agora ao caso) para que isso se concretize. Ás vezes funciona. Já funcionou. Agora pergunto, será que esta mentira que eu conto a mim própria é a causa ou apenas uma fonte ilusória do meu "esquecimento"? Não sei, respondam voces (como se me fossem responder... LOL)...
É saudavel mentirmos a nós próprios? Às vezes estas mentiras ajudam... digo eu, na minha situação ajudam-me a "sofrer" menos.
O alvo desta reflexão foi a crítica a que eu me referi no "1º Acto", critica essa intitulada de "A pita". Para não andar aqui a referir nomes concretos, nomearei esse meu amigo de "O Realista". E... mais uma vez aqui digo, nao foste bruto, apenas me puseste a pensar, o que é bom...
Até à próxima!

09 fevereiro, 2006

1º Acto

Já à uns dias que ando para escrever mas tem-me faltado o tempo. Ou isso ou porque o vicio do xadrez me afectou psicologicamente...
Enfim... Começo por dizer que pela primeira vez na vida me chamaram pita. Devido ao meu comportamente recente já estava a precisar de ouvir das boas mas como foi um amigo (espero eu) aceitei com a cabeça erguida as criticas que concerteza me irão ajudar a ser uma pessoa, plo menos, um pouco melhor. Obrigada.
Sexta passada fui jantar a casa de um amigo com outros tantos e posso dizer que, para mim, foi das noites mais divertidas dos ultimos tempos. Muitas linhas teria que escrever e muitos nomes teria que enunciar mas não o faço para nao desrespeitar o bom nome dessa gente. LOL Sois uns malucos! =)
Até breve caros amigos...